Friday, October 30, 2009

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Sem Fronteiras sobre o futuro da corrida espacial

Tuesday, October 20, 2009

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Primeira parte da entrevista com Jared Diamond


Friday, September 18, 2009

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Kandinsky

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Kandinsky @ Guggenheim

Friday, September 11, 2009

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I made a slideshow with pictures of the Tribute in Light memorial that has happened every September 11 in New York. It was created by the architects Gustavo Bonevardi and John Bennett.
9/11 led to two opposing paths: one, to Bush and the awful, hopefully never built "Freedom" Tower. The other to Barack Obama and the Tribute in Light.
The music is "Agonía" from the Argentine composer Osvaldo Golijov's Pasión Segun S. Marcos sung by Luciana Souza and the Caracas Schola Cantorum. Clic on the picture to download the video.

Text:
Agonía (Aria de Jesús)
Jesús (Solo 1):
Abba, abba, abba...
Aparta el cáliz de mi
apártalo de mi

Marcos (Coro A):
Él volvió y ellos dormían
y llamó a Pedro:

Jesús: (Solo 2):
Simón!... Duermes?... Duermes?

Coro A:
Simón!...
duermes?... duermes?
Siquiera una hora
pudiste velar?

Coro B:
Si al anochecer
a medianoche
o a la mañana...
(eco de los anuncios)

Jesús (Solo 3):
Despiértense...
para evitar la tentación.
El alma quiere la verdad
pero la carne es débil.

Solo 1:
Abba, abba, abba...
Aparta el cáliz de mi
apártalo de mi

Marcos (Coro A):
Él volvió y dormían
Los ojos de sueño
cargados tenían

Jesús (Solo 1):
Abba, Abba, Abba...
Aparta de mi el cáliz
aparta el cáliz, apártalo...
Pero no lo que quiero yo
sino lo que Tú

Jesús (Solo 3):
Duerman ya
la hora llegó

Coro B:
Si al anochecer
a medianoche
o a la mañana

Jesús (Solo 1):
Vámonos, vámonos, levántense
No ven que el hijo el hombre
va a ser entregado
en manos de los pecadores?
Vamos, se acerca el traidor ahí,
el hijo el hombre ya se va, sí
Ya se va el hijo del hombre..

Coros:
Ya se va el hijo del hombre...

Tuesday, September 01, 2009

Coluna de Arnaldo Jabor

(agradeço a Eduardo Dias, visitem o blog dele http://verbo-adverbum.blogspot.com/)

Terça-feira, Setembro 01, 2009

O dogma Lula é irrevogável

ARNALDO JABOR - O GLOBO - 01/09/09

Por que Aloizio Mercadante não manteve sua "irrevogabilidade"? Porque não teve coragem de enfrentar Lula.
Mas, por que não teve? A razão é a mesma que acomete muitos intelectuais "não petistas" : Lula é "inatacável".
Poucas pessoas têm coragem de contestar um ex-operário, aparentemente honesto, que muito sofreu para chegar onde está. Além disso, Lula tem a cor do que seria a pátina da "revolução", de uma "justiça social" vaga.
Por isso, pergunto-me: será que os intelectuais não veem que nossa democracia conquistada há vinte anos está sendo roída pelos ratos da velha política?
Não se trata (nem estou pedindo) que esculachem o presidente.
Lula tem várias qualidades, mas está usando só os seus defeitos: autoritarismo de Ibope alto, "lua de mel consigo mesmo", confusão conceitual no ensopadinho ideológico do "lulismo" (discursos populistas e práticas oportunistas), ausência de um plano concreto, além do virtual e midiático PAC, alianças com os mais sujos para "governar" e ficando incapaz de fazê-lo pelas mesmas alianças que agora o manietam.
A atitude de Lula de se colocar "acima" da política como sendo "coisa menor" é uma sopa no mel para corruptos e vagabundos. No dia seguinte à absolvição de Sarney, o PMDB não deu trégua e já quer mais emendas orçamentárias, no peito.
Alguns intelectuais ficam "angustiadinhos": "Ah...eu tinha um sonho...que se esfumou..." - choram os militantes imaginários, e nada fazem. A covardia intelectual é grande. Há o medo de ser chamado de reacionário ou careta. Todos continuam com a mania de que são "radicais" (como ser, por exemplo, corintiano doente).
Continuam ativos os três tipos exemplares de "radicais": os radicais de cervejaria, os radicais de enfermaria e os radicais de estrebaria. Os frívolos, os burros e os loucos. Uns bebem e falam em revolução; outros zurram e os terceiros alucinam. Padecem da doença herdada (resistente a antibióticos) de um voluntarismo com ecos stalinistas, cruzada com o germe do sindicalismo oportunista. Para eles, "administrar" é visto como ato menor, até meio reacionário, pois administrar é manter, preservar - coisa de capitalistas.
Lula é dogma. Diante dele, abole-se o sentido crítico. É como desconfiar da virgindade de Nossa Senhora. Fácil era esculhambar FHC.
Volto a dizer: não quero que "demonizem" Lula; pelo contrário, quero até que o ajudem nessa armadilha em que o país (e ele) caiu por sua atitude.
Lula viaja nessa maionese ambivalente (que até a "The Economist" denuncia) de leninismo sindicalista com apresentador de TV, um "mix" de Waldick Soriano com Getúlio.
Com essas alianças, Lula revigorou o pior problema do país: o patrimonialismo endêmico, que tinha diminuído depois de FHC. Temos agora uma espécie de "patrimonialismo de Estado": boquinhas para pelegos (200 mil) e pernas abertas para o PMDB.
Estamos diante de um momento histórico gravíssimo, com os dois tumores gêmeos de nossa doença: a direita do atraso e a esquerda do atraso. Como escreveu Bobbio, se há uma coisa que une esquerda e direita, é o ódio à democracia.
Essa crise é tão sintomática, tão exemplar para a mudança do país, que não podia ser desperdiçada pelos pensadores livres. É uma tomografia que mostra as glândulas, as secreções do corpo brasileiro - um diagnóstico completo. Esse espasmo de verdade, essa brutal explosão de nossas vísceras, talvez seja perdida porque as manobras do atraso de direita e do atraso de esquerda trabalham unidas para que a mentira vença.
E intelectuais sérios, artistas famosos e celebridades não abrem a boca. Onde estão os velhos manifestos de que eles gostavam tanto?
Quando haverá manifestações da sociedade para confrontar a ópera bufa que rola à nossa frente? As denúncias foram todas provadas, a imprensa denuncia e é ameaçada, enquanto os canalhas se sentem protegidos pelo labirinto do Judiciário. E não se trata mais de mensalões e mensalinhos, netinhos ou netinhas nomeadas; trata-se da implosão de nossas instituições republicanas, feita pelos próprios donos do poder.
O Brasil está entregue à mentira oficializada, manipulada pelo governo e o Legislativo, num jogo de "barata-voa" com as denúncias, provas cabais, evidências solares, tudo diante dos olhos impotentes da opinião pública. E homens notáveis do país estão calados. Quando se manifestam isoladamente, são apenas suspiros esparsos, folhas de outono, lamentos doloridos...
Mudar é trair, para os tais "radicais" dos três tipos. Ninguém tem coragem de admitir a invencibilidade do capitalismo global, com benesses e horrores (como a vida). Ninguém abre mão da fé em utopias ridículas - o presente é chato, dá trabalho; preferem um futuro imaginário.
Não admitem que um "choque de capitalismo" seria a única bomba a arrebentar a casamata paralítica do Estado inchado, gastador e ineficiente, e que isso seria muito mais progressista que velhas ideias finalistas, esse "platonismo" de galinheiro sobre o "todo, o futuro, o ser, a história". Eles não abrem mão dessa "elegância" filosófica ridícula. Só pensam no que deveria ser e não enfrentam o que inexoravelmente é. Preferem a paz de suas apostilas encardidas. Há uma grande indigência teórica sobre o Brasil contemporâneo. Ignoram a estrutura colonial e preferem continuar com teses mortas.
O mito do messianismo é muito forte, com sua origem religiosa. Não entendem que o homem de "esquerda" de hoje tem que perder fé e esperança, e que o verdadeiro progressista tem de partir do não-sabido e inventar caminhos.
Só uma força plebiscitária poderá mover essa grande pizza envenenada.
Por isso, pergunto, como os antigos: quando haverá uma manifestação séria da opinião pública? Uma ação continuada de notáveis da República para impedir esse jogo de carniça entre os Três Poderes, essa vergonha que humilha o Brasil? Vamos continuar de braços cruzados?

Thursday, August 20, 2009

Caspar Friedrich


Chove? Nenhuma chuva cai...
Então onde é que eu sinto um dia
Em que o ruído da chuva atrai
A minha inútil agonia?

Onde é que chove, que eu o ouço?
Onde é que é triste, ó claro céu?
Eu quero sorrir-te e não posso,
Ó céu azul, chamar-te meu...

E o escuro ruído da chuva
É constante em meu pensamento.
Meu ser é a invisível curva
Traçada pelo som do vento...

E eis que ante o sol e o azul do dia,
Como se a hora me estorvasse,
Eu sofro... E a luz e a sua alegria
Cai aos meus pés como um disfarce.

Ah, na minha alma sempre chove.
Há sempre escuro dentro de mim.
Se escuto, alguém dentro de mim ouve
A chuva, como a voz de um fim...

Quando é que eu serei da tua cor,
Do teu plácido e azul encanto,
Ó claro dia exterior,
Ó céu mais útil que o meu pranto?


Fernando Pessoa, Cancioneiro


Almada Negreiros


Is it raining? No, there's no rain...
Then where do I feel there's a day
In which the sound of rain conveys
The weight of my useless pain?

Where is this rain I hear nonstop?
Where is it sad, o skies that shine?
I'd smile at you but I can not,
O sky of blue, nor call you mine...

And the sound of the rain is dark,
Constant in my imagining.
I am the invisible arc
Incised by the howling wind...

And now before the blue of day,
As if the hour turned a vise,
I suffer... What is light and gay
Falls to my feet as a disguise.

Oh, it rains always in my soul.
Inside of me there's always gloom.
I hear, and someone in me knows,
The sound of rain, a voice of doom...

When will I turn into your hue,
Your placidity, charm and cheer,
O luminous external blue,
Sky more useful than my tears?

tradução Jorge Pontual


Wednesday, June 24, 2009

Let the pain go away

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My interview with John Sarno about mindbody disorders like back pain, shoulder pain, etc
You just have to click on the link below to watch the video:
http://bit.ly/F4Pet

Things I learned from John Sarno:
1) I create chronic pain and other physical symptoms to avoid facing my emotional pain.
2) To be aware of that, every day, every moment, is the first step to alleviate my chronic pain.
3) Throughout my whole life, I filled up my unconscious reservoir of rage, resentment, fear, insecurity, shame, feeding an emotional pain  that my conscious mind tries to escape from, at all costs, to the point of creating "diseases".
4) New problems and stress can make this reservoir overflow.
5) I can change my attitude towards life and stop filling that reservoir.
6) To accept pain as natural and human, instead of fighting against it - or anesthetizing it - allows it to gradually go away.
7) It's useless to treat the physical symptoms with drugs, physical therapy, surgery, pain clinics, because my mind will keep creating new symptoms.
8) Accepting myself as I am, knowing myself better, sharing with others my deep emotions is the way. 
9) Eating well, exercising, stopping self-destructive habits like alcohol and drug abuse, smoking: chosing health. No more sickness.
10) Being grateful to be alive, helping others whenever possible, asking God for serenity to accept the things I cannot change and courage to change the things I can.

  1. Algumas coisas que aprendi com John Sarno:

    1 - Eu crio dores crônicas e outros sintomas físicos para não enfrentar a dor emocional.
    2 - Tomar consciência disso (a cada dia, cada momento) é o primeiro passo para aliviar a dor crônica.
    3 - Ao longo da vida fui enchendo meu reservatório inconsciente de mágoa, raiva, ressentimento, medo, insegurança, vergonha, alimentando uma dor emocional que a mente consciente evita enfrentar a qualquer preço, a ponto de fabricar “doenças”.
    4 - Novos dissabores e estresses podem fazer esse reservatório transbordar.
    5 - Eu posso mudar minha atitude diante da vida e parar de encher esse reservatório de mágoa.
    6 - Aceitar a dor como algo natural e humano, em vez de lutar contra ela - ou anestesiá-la - permite que ela aos poucos diminua e vá embora.
    7 - Não adianta tratar os sintomas fisicos com remédios, fisioterapias, cirurgias, clínicas da dor, porque minha mente vai continuar criando outros sintomas.
    8 - Me aceitar como eu sou, me conhecer melhor, dividir com os outros minhas emoções mais profundas é o caminho.
    9 - Boa alimentacão, exercício vigoroso e assíduo, parar com hábitos autodestrutivos como o abuso de álcool, drogas, cigarro, escolher a saúde. Chega de doença.
    10 - Ser grato por estar vivo, ajudar os outros no que for possível, pedir a Deus serenidade pra aceitar o que não posso mudar, e coragem para mudar o que posso.