Tuesday, February 01, 2011



Segunda parte da entrevista com Zizek, sobre cinema, Hitchcock, Cristo e a morte de Deus

6 comments:

Rafael said...

Olá Jorge Pontual. Excelente a entrevista com o Zizek! Parabéns! Gostaria aqui de te fazer um pedido. Em um momento da entrevista Zizek ia fazer um comentário sobre o governo Lula mas o comentário parece ter sido cortado na edição final. Fiquei muito curioso pra saber a opinião dele e creio que muitos de seus espectadores também. Será que você não poderia publicar depois a versão completa? Grande abraço! Rafael Pimenta.

Rafael said...

Desculpe-me pelo equívoco, Pontual. A questão do comentário sobre Lula é referente à primeira parte da entrevista. Um abraço. Rafael Pimenta

Anonymous said...

Olá...
Gostaría que você entrasse no neste blog:
www.tautologiaa.blogspot.com
É sensacional...
Se alguém o descobrir, será um poço de dinheiro...
Carol

Henrique said...

Prezado Pontual,

Desculpe-me, mas a entrevista foi uma decepção. Você não parecia um jornalista, mas uma "cheerleader". Seu objeto de culto, um filósofo ridículo e extremista, seria um prato cheio para um verdadeiro jornalista, que deveria tê-lo colocado contra a parede, apontado suas contradições. É preciso enfrentar o entrevistado. Esse sujeito é um dos mais espertos do mundo: um bobão que ganha fortunas falando mal do capitalismo. Ele é contra capitalistas, mas sabe muito bem ganhar seu dinheiro.

Da próxima vez, por favor, seja mais ousado.

Anonymous said...

Bom dia,
vi agora mesmo esta entrevista. Sou Portuguesa e devo dizer que não conheço o seu trabalho. Não vou tecer comentários em relação à qualidade da entrevista mas a pior parte é claramente a gargalhada no minuto 10.49 quando tristemente disse que em que Portugal o filme Psycho de Hitchcock era traduzido como 'O filho que era a mãe'.Sabe-se lá o que isto quer dizer! Enfim. Gostaria de lhe informar que o filme Psycho foi sempre e desde sempre traduzido em Portugal como Psico. And we neve gave away the story! De facto, as melhores traduções de filmes e livros na europa devem encontrar-se precisamente em Portugal. É lamentável a quantidade de invenções e mentiras que se construiram ao longo dos tempos em relação a Portugal e à sociedade Portuguesa. Por cada verdade que dizem inventam 5000 mentiras. Antes de transmitir informações erradas a outras pessoas confirme a veracidade da mesma, porque também nós aqui podemos inventar o que quisermos sobre a sociedade brasileira, americana, eslovena, etc.

anna accioly said...

adorei essa entrevista histórica. Repassei para meus amigos que não tinham visto. obrigada por seu trabalho sempre maravilhoso.